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Dia de perda

 Hoje foi um dia de perda! Perdi dinheiro, perdi um pouco da confiança, e perdi contra meu autocontrole! Se você leu o último texto (se não leu, pare e leia, e depois volte aqui), entende comigo que o importante é sair da caixinha de que não se pode errar. Primeiras perguntas que me vieram à cabeça: onde errei? porquê? de que forma? Qual foi o gatilho? Se você tirar um tempo para pesquisar na Internet, vai achar um pouco de senso comum quando à mudança de hábitos ruins: ataque o gatilho mental da ação, não o resultado! E é interessante chegar à conclusão, depois de refletir um pouco, buscar um pouco mais de conhecimento, analisar a situação, de que o gatilho do meu erro, foi não querer errar, ou seja, não aceitar que podemos errar. Mas você não escreveu no último texto, que devemos estimular o erro? Questionará o leitor ativo, que aceitou a recomendação do primeiro parágrafo. Veja, nem tudo é tão simples, sobretudo a construção de si mesmo. A maioria das pessoas passa a vida inteir...

Estimule o erro

 Eu não fui ensinado a errar; você foi? Ontem estava dialogando com a minha esposa e citei uma constatação minha, após anos de estudo da minha própria vida e da observação da sociedade: Somos ensinados a não errar, a fazer uma escolha única e certeira, principalmente para a nossa carreira profissional, que, considerando esse mundo no qual muitas coisas são compradas, em geral norteia todo o resto. Mas quem escolhe certo da primeira vez? Eu digo, sem medo de errar (já provocando o título), que a maioria de nós não apenas erra na primeira escolha, como o faz pelo simples medo de escolher errado. Imagine a situação, bem comum, por sinal, de um adolescente que se vê compelido a escolher qual profissão seguirá apartir daquele momento. Quais são, em geral, os conselhos de quem está em volta? Escolha algo que dê dinheiro (talvez o mais comum). Escolha algo que tenha mercado (outra ilusão). Escolha uma profissão que seja tradicional (o que isso realmente significa?). Agora, pense comigo e,...

2020

Fiquei pensando sobre o tema, sobre o título; pesquisei textos passados para evitar repeteco. Vamos ficar com o assunto do momento: 2020. É apenas um número, mas hoje representa um monte de coisas. Desejos, esperanças, talvez mais do mesmo; vai variar, de pessoa para pessoa. O texto é meu, o blog é meu, então falemos sobre o que significa para mim (você pode refletir sobre minhas colocações e pensar sobre o que significa para você). Ano novo: vida nova? Não mesmo! Será mais um ano de colheitas de esforços passados, com possibilidades vinculadas ao que você fez até agora! Parece meio desanimador, se você passou o tempo apenas olhando para o tempo. Já leu sobre a historinha da formiga e da cigarra? Acredito que ela tenha foco em doutrinar as cabeças para serem operárias, mas tem um ponto de importância; afinal de contas, como esperar colher, sem plantar? 2020 para mim será um ano de felicidades! Até então seria só mais um, mas nunca é tarde demais para se começar a entender as coisas...

E se! - Texto Motivacional

Vídeo com áudio do texto em https://youtu.be/sGlNdJPmars E se ... E se você olhasse para a sua vida hoje e sentisse que falta algo? Quem sabe felicidade! Quem sabe realização! E se lhe faltasse motivação para seguir em frente? E se lhe viesse a sensação de que fez algo errado, mas não sabe qual caminho seguir? E se lhe surgissem sentimentos como raiva, frustração, impotência, e até revolta porque alguém não lhe deu a oportunidade de você ter a vida perfeita!? Talvez você consiga ver apenas que algo que você merecia não lhe foi entregue. Um emprego melhor, uma família mais estruturada, um salário que lhe permita fazer tudo o que você sempre sonhou. Agora olhe em volta e se responda: o que você tem? Sabia que tudo o que você tem, é o resultado de tudo o que você fez? Bem ou mal, é a conquista de tudo o que você fez até agora. Será que você fez o suficiente para merecer mais? De quem é a responsabilidade pela sua vida? Gratidão! Seja grato por tudo...

Foco

E se alguém estivesse falando algo para você, mas você estivesse "em outro planeta"? Isso lhe soa familiar? Eu estava aqui buscando título para esse texto e, inclusive, o assunto para ele, para terminar com a inércia de mais ou menos dez dias sem escritos. Enquanto isso ouvia um vídeo no YouTube, que falava sobre objetivo, sobre manter-se motivado ou algo assim, para conquistar as coisas, acho que com viés financeiro. Sabe quando você passa a perceber que as palavras entram no ouvido como zumbidos indecifráveis? Me veio então, repentinamente, a ideia de foco. Como é interessante analisar o quanto nos desligamos do mundo quando estamos em busca de algo que nos rouba a atenção. E talvez esse início de pensamento seja algo que possa ser explorado de diversas formas. Quando comecei esse blog eu queria fugir de algumas coisas e encontrar outras; na verdade eu queria passar o tempo. E o tempo passou, eu deixei ele de lado e depois o reencontrei. Nesse meio tempo achei um canal ...

Convicção

Confissão particular: eu sempre pesquiso o histórico do Blog ao escrever um novo texto, seja para evitar idéias iguais, seja para ter certeza de que quero mesmo falar sobre um assunto novamente. Há 11 anos mais ou menos eu escrevi um texto sobre a mesma idéia de hoje; título "Vocações", caso se interesse por ler. Muita água rolou desde lá e parece que não aprendi ainda o conteúdo do que escrevi, porque ouvi a expressão que enfeita o título dessas letras hoje, com a mente fervilhando em análises e certezas, provavelmente como devo ter feito anos atrás. Memórias de lado, as reflexões são assim, como as ondas do mar que vem e vão, e nos martelarão nas idas e vindas, até que consigamos provar o entendimento, através das atitudes. Então vamos ao pensamento de hoje, ou ao que fez os dedos coçarem e eu me sentar somente para esse texto. Você faz o que você gosta? Se eu lhe perguntasse isso, ou melhor, se você mesmo tivesse que responder a si mesmo o que tantas vezes deve ter p...

Os fins justificam os meios

Será? Sei lá se as orientações ou regras básicas, ou melhores práticas, recomendariam começar um texto com uma pergunta remetendo ao título, mas que seja! Minhas casa, minhas regras, ou algo do gênero. Afinal de contas não devemos cercear a criatividade, sob risco dela se perder, então vou seguir com esse início mesmo! Estava aqui buscando um assunto que fosse popular para chamar mais visualizações. Analisando as últimas que tive, tenho até dúvidas se não foram todas por mim mesmo, reanalisando meus próprios escritos. A moda é usar as ferramentas tecnológicas para ver o que está na moda e seguir a onda. Sabia que o Google tem uma ferramenta que analisa as buscas mais frequentes? E aí cheguei à conclusão de que eu não criei esse blog para isso. Quando resolvi escrever, em outras épocas e outras motivações, pelo pouco que me lembro era mais um desabafo (não quero voltar e ler os primeiros escritos para confirmar). Tenho uma obra inacabada daquela época, algo que poucos sabem e tive...