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domingo, 12 de maio de 2019

Para as minhas mães!

Em dias de reflexão, o pensamento viaja e a mente esclarece, fazendo-nos entender que nem sempre a vida é como gostaríamos, e nem sempre temos controle sobre ela, como um dia pensamos que teríamos; nunca teremos. Em dias diversos, alguns de comemoração, outros de saudade, a mente nos dá as maiores aulas, os maiores ensinamentos, e justamente nesses dias as lições parecem mais belas, sobretudo em conteúdo, mais ainda em profundidade.

Pensando no pensamento, na origem e no caminho, encontro-me a pensar, sobre com o que vim e com o que me encontro, depois de tantas escolhas, nem todas acertadas, mas todas encantadoras, pois carregaram todas em si, a beleza da mais pura aula. Os livros são belas taças de conhecimento, transportando os ensinamentos que um dia alguém leu na natureza, o livro mais puro e mais belo, mais rico do que toda uma biblioteca, pois que carrega em si tudo o que há. Mas quem sabe ler e refletir a natureza!?

Pois voltemos às mães. À primeira dei o choro, as primeiras percepções, as primeiras quedas e as primeiras birras. Conhece de mim como a ninguém, porque hoje, mudando de lado, entendo que alguns nomes não são, mas se constroem. A gente não vem com manual no berço, mas os pais e mães os têm no coração, e nos transmitem para que comecemos a caminhada, curta ou longa, mas que será sempre cheia de aprendizado. Depois dela e junto com ela vieram as mães das mães, que fui abençoado por ter três; mágica da vida que não se explica e que depois a gente entende e admira, dando-nos mais do que achamos que precisamos, mas que é apenas a conta certa da medida da obra em construção.

E aí vieram as outras mães, muitas pelo caminho, que vieram e foram, algumas ficaram. Algumas que viraram mãe ser ainda o ser, se fazendo depois; madrinhas disso ou daquilo, que talvez sem se darem conta da referência que representaram, foram sendo mães necessárias, ensinando por ensinar, pelo amor ao ofício, sem querer notas daquele aluno que a gente ensina querendo ver mestre, sem cobrar a maestria, porque o verdadeiro mestre sabe que no fundo, existe um mestre dentro de cada um de nós, gritando para ser acordado.

Veio mais tarde a mãe dos filhos, que se fez junto antes de ser mãe, e que, como a primeira, criou um elo impossível de ser desfeito, junto ao coração. Essa mãe, mãe dos outros, mas quando os outros são seus, ela passa a ser sua, sem perceber e sem aceitar, rebelde e carinhosa, fazendo parte de tudo, trouxe outra mãe, mãezona como galinha choca, que eu aprendi a gostar e respeitar, mãe dela, dos meus e de outros que fazem parte do círculo todo.

E nesse meio do caminho veio a outra mãe, com gostinho de vó, segunda Antônia na minha vida, cheia de ensinamento, de sinceridade e carinho misturados, nem sempre compreendida em sua missão de melhorar o mundo. "Não seja sincero, pois as pessoas não gostam da verdade", é uma frase que ouço com frequência de um colega/amigo, e talvez por isso eu a entenda tanto e a aceite tanto, onde outros não suportariam uma primeira vírgula. Talvez essa doçura disfarçada tenha ensinado a ver as outras mães, e aí você que lê agradeça a ela por ter chegado até aqui.

Com certeza virão outras mães, embora eu ensine aos meus que A mãe é uma só e não poderá ser substituída. Acredito e sinto isso, como tenho com a minha, e recomendo que façam o mesmo, para só assim entenderem a sua complexidade, simplicidade e beleza, porque é disso tudo e muito mais que vem o nosso primeiro amor, ainda no ventre. Mas as mães, que assumem a maternidade pelo mundo e não pelos seus, mesmo sem se darem conta disso, carregam consigo um livro oculto que só a elas é dada a chave, onde é ensinado o princípio e o objetivo da vida, as permitindo ensinar a viver.

Hoje é dia das mães (a maioria dos textos usaria essa frase no começo, mas como diria minha mãe "você não é todo mundo"). Desejo a você mãe, e a todas as minhas mães, o meu carinho, o meu entendimento e o meu desejo de que um dia todos entendamos o que é ser mãe. Sem o professor não se aprende a ler, mas sem a mãe, de onde virá o professor? Um beijo de um filho e pai, escritor nas horas vagas e pensador do dia a dia, que um dia uma mãe permitiu se fazer, e se fez toda de amor e carinho, para que ele entendesse e compartilhasse algo, nessas curtas letras.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Saúde

Devido a um processo cirúrgico recente, e agora um resfriado fora do padrão, parece que o ânimo está meio de recesso. Curioso estarmos em uma época em que a alegria, ou a aparente alegria, paira no ar, mas o fato é que a vontade maior é de ficar quieto.

Já passou por momentos em que parece estarmos fechados para balanço? Quais as conclusões que você tira nesses momentos? Com certeza a primeira constatação é de que é preciso seguir em frente; na sequência vem a análise do que é realmente importante, porque não dá para "abraçar o mundo com as pernas".

É preciso pagar as contas, é preciso cuidar e dar atenção às pessoas à sua volta e é preciso estar em movimento criativo. Mas será que isso tudo acontece se não houver saúde!? A resposta que venho validando dia após dia é muito direta: não!

Saúde é algo que gastamos para conseguir as coisas, como uma moeda de troca. Dormimos pouco para estender as atividades, remuneradas ou não, deixamos às vezes a alimentação de lado em prol de um tempinho à mais, evitamos exercícios porque não sobra tempo na rotina, e por aí vai. Pouco a pouco vamos nos matando aos poucos, tais quais suicidas involuntários, como se não soubéssemos dos efeitos do que fazemos. O fato é que sabemos!

Parece pesado olhar assim? Mas é a verdade: quem gosta de ouví-la? Pois bem, se eu fosse você passaria a não ignorar o que vai à sua volta em você mesmo. Conheço muitas pessoas que foram obrigadas a mudar o estilo de vida porque o médico disse que a outra alternativa era terminar a viagem mais cedo.

Eu sempre achei que tinha o melhor dos estilos de vida, mas o fato é que sempre deixamos alguma coisa para trás, e como o que vale é a carcaça exterior, se ela estiver mais ou menos na frente do espelho, tudo deve estar bem.

As recomendações são as básicas: se alimente bem, durma bem, faça exercícios, tome água. Eu acrescentaria algo que sempre me fez bem. Sorria! Sim, sorria! O sorriso opera milagres, então devemos incluí-lo em tudo o que fazemos.

Sabe o que acontece se você come insatisfeito? Causa indigestão. Sabe o que acontece se você tenta fazer um exercício contra a sua vontade? Acaba fazendo de qualquer jeito e corre o risco de se lesionar. E o sono? Ele faz bem? Experimente ir para a cama contrariado e cheio de preocupações.

Por mais simples que seja o que for fazer, coloque uma pitada de sorriso e de satisfação, pois isso com certeza trará um resultado positivo otimizado e a sua saúde será diretamente afetada, de forma positiva. E a última recomendação, nessa correria do dia a dia: arranje um hobbie.

Só para fechar o último parágrafo, um hobbie, ou traduzindo algo que você faz só para você, por prazer, é uma válvula de escape, que vai te ajudar a encontrar o equilíbrio. E sabe de onde vem a nossa saúde!? Isso mesmo! De encontrarmos o equilíbrio na vida! Seja feliz e tenha saúde!

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

2019

Eu já escrevi sobre ano novo acho que diversas vezes, por diretas e indiretas. Tem um monte de gente escrevendo muitas mensagens motivacionais, então acho que hoje, primeiro dia do ano, seria chover no molhado ficar repetindo todas elas.

Assim sendo, serei breve!

Existe o planejamento, existe a execução e existe a revisão para colocar as coisas no eixo. Isso faz parte até de teoria de administração. Sejam quais forem os seus planos desenhados para esse 2019, nas etapas que citei acima, em todas é preciso agir.

Desejo-lhe então que reflita, e saia da inércia. E que para isso você tenha em quantidade suficiente a saúde, a proteção do criador, e dinheiro para suas realizações!

Mãos à obra, e que comecem os jogos!!