Feliz dia das mães, para todas as mães, inclusive a minha, claro. Mas esse é mais do que especial, e mesmo para a minha será diferente. Eu sempre passei esse dia sob a ótica do filho, agradecendo pela oportunidade de ter vindo a esse mundo maluco, onde a gente ri e chora, dia após dia. Sempre fiquei feliz sim por esse dia, mas acho que, nessa onda capitalista de calendários consumistas, era mais um protocolo do que uma comemoração.
Calma, explico-me! Não quero dizer com isso que nunca foi especial, muito pelo contrário, mas eu sempre tratei a minha mãe como especial, então um dia a mais, um a menos, era apenas parte do cotidiano, assim como acho que o aniversário é um dia como outro qualquer, mas que nos lembra que mais um ano se vai, e mais um se vem.
Nesse ano, além do dia comum, vem um dia de memórias; para ser lembrado no futuro. No ventre daquela que escolhi para a eternidade, com quem tantas vitórias já dividi, descansa um nenemzim que virá de presente, talvez no natal, talvez um pouco antes. E por isso é diferente, como talvez tenha sido diferente há mais de trinta anos, e passou então a ser um dia de se lembrar aquele dia.
Ele, ou ela, não veio ainda. Muitos me perguntam se prefiro que seja menino ou menina, e hoje entendo que quando mudamos de lado, a sensação muda. Se quando criança, na vinda da irmã que hoje já até se casou, ficávamos naquela expectativa, cada um querendo o sexo, hoje isso não importa tanto mais. Hoje, não mais como palpiteiro, mas como pai ansioso, rezo todos os dias apenas para que seja saudável, e que nos abençoe com uma presença iluminada.
Nesse novo dias das mães, meio que também me comemoro como novo pai, ainda na espera, mas já no sentimento. Comemoro, junto com você, meu amor, que vem aprendendo a compartilhar as coisas comigo, a sua vida, e agora a vida do nosso filho, da nossa filha, dos nossos filhos. Esse é o primeiro nenem, mas já me deixa cheio de orgulho, cheio de felicidade, cheio de certezas, quanto às dúvidas que um dia se fizeram presentes em mim.
Fiz a escolha certa, deixando as escolhas erradas para trás. Sabes o quanto te amo, e o quanto estou feliz por esse seu dia, novo, nova mãe. Desejo-lhe meu amor, felicidades, saúde, alegrias tantas quanto jamais imaginou, e quero compartilhar contigo desse sentimento que carrega no ventre, presente daquele que nos colocou nesse mundo para mais uma oportunidade de sermos melhores, por nós mesmos, ajudando-nos.
Beijos carinhosos do seu marido, do pai dos seus filhos, do seu eterno companheiro. Feliz dia das mamães.
sábado, 7 de maio de 2011
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Eleições 2010 ?
Falta pouco para sabermos quem será o ponto de referência para o próximo governo brasileiro, durante os próximos 4 anos. Não me sinto à vontade com a expressão "quem governará", porque nossa história nos mostra que o cargo de presidente é bem mais representativo de comando, do que gestor de fato. Governa-se hoje em equipe, tornando possível fazer coisas que a incapacidade individual impossibilitaria.
Confesso que também não me sinto à vontade para votar, diante da falta de reais opções, embora seja preciso, pois é necessário tomar uma decisão. A nossa dita democracia nos força a escolher entre supostos representantes do povo, escolhidos anteriormente por um grupo seleto de interesses diversos e questionáveis, que, racionalmente portanto, já decide quem vai nos conduzir durante quatro anos.
O processo eleitoral americano me parece um tanto confuso, mas confesso que gosto da idéia da escolha prévia dos candidatos pelo povo. Isso aumentaria os custos do processo? Talvez; mas será que o futuro do país não é mais valioso? Não valeria à pena? Critica-se tanto a oferta de cargos de confiança, sem a real concorrência de concurso garantida em nossa carta maior, mas, o que, na prática, é o nosso processo eleitoral?
Penso que seria melhor, talvez, um concurso com contrato temporário, para todos os cargos eletivos, com etapas que verificassem a capacidade intelectual para as funções, dinẫmicas de grupo, oratória e outros detalhes, aos moldes das seleções realizadas pelas melhores multinacionais do mercado. Quais seriam os pré-requisitos para um cargo de presidente? Busque-os, referenciando ao presidente de uma multinacional, e faça uma comparação com o que temos em nosso país. Ao menos teríamos uma margem melhor de seleção, entre candidatos realmente aptos às funções a serem exercidas, evitando uma campanha eleitoral focada em crenças religiosas, histórico de governos alheios e demais assuntos de importância menor.
Mas a questão é que temos que agir com o que está à nossa disposição. Infelizmente o nosso processo democrático permite que o presidente utilize o seu tempo disponível à nação em palanques direcionados ao candidato da situação, além de eleger suspostos analfabetos (a simples dúvida deveria ocasionar a impossibilidade ou a verificação, não acham?).
Saúde, educação e segurança são ações básicas de qualquer governo; obrigação da função primária de sua existência. Propagandas, ideologias e religiões à parte, acho que seria prudente refletirmos sobre quais as melhores propostas (não propagandas), além, é claro, dos valores do cotidiano daqueles que estarão nos representando. E não se esqueça de que ações de infraestrutura, sejam estradas, hidrelétricas ou planos econômicos, demandam muitos anos, não podendo, portanto, serem ação de apenas um governo.
A cada um a sua decisão, mas lembrando-se que, no conjunto, a decisão nos afetará a todos. O ponto de interrogação do título não é atoa. Será que as eleições são somente para 2010, ou serão responsáveis pelos caminhos futuros, pelo menos até daqui alguns anos? Pense bem, escolha bem, e lembre-se, mesmo que você escolha se colocar à parte, e não fazer nada, essa é uma escolha com a qual terá que conviver nos próximos anos.
Confesso que também não me sinto à vontade para votar, diante da falta de reais opções, embora seja preciso, pois é necessário tomar uma decisão. A nossa dita democracia nos força a escolher entre supostos representantes do povo, escolhidos anteriormente por um grupo seleto de interesses diversos e questionáveis, que, racionalmente portanto, já decide quem vai nos conduzir durante quatro anos.
O processo eleitoral americano me parece um tanto confuso, mas confesso que gosto da idéia da escolha prévia dos candidatos pelo povo. Isso aumentaria os custos do processo? Talvez; mas será que o futuro do país não é mais valioso? Não valeria à pena? Critica-se tanto a oferta de cargos de confiança, sem a real concorrência de concurso garantida em nossa carta maior, mas, o que, na prática, é o nosso processo eleitoral?
Penso que seria melhor, talvez, um concurso com contrato temporário, para todos os cargos eletivos, com etapas que verificassem a capacidade intelectual para as funções, dinẫmicas de grupo, oratória e outros detalhes, aos moldes das seleções realizadas pelas melhores multinacionais do mercado. Quais seriam os pré-requisitos para um cargo de presidente? Busque-os, referenciando ao presidente de uma multinacional, e faça uma comparação com o que temos em nosso país. Ao menos teríamos uma margem melhor de seleção, entre candidatos realmente aptos às funções a serem exercidas, evitando uma campanha eleitoral focada em crenças religiosas, histórico de governos alheios e demais assuntos de importância menor.
Mas a questão é que temos que agir com o que está à nossa disposição. Infelizmente o nosso processo democrático permite que o presidente utilize o seu tempo disponível à nação em palanques direcionados ao candidato da situação, além de eleger suspostos analfabetos (a simples dúvida deveria ocasionar a impossibilidade ou a verificação, não acham?).
Saúde, educação e segurança são ações básicas de qualquer governo; obrigação da função primária de sua existência. Propagandas, ideologias e religiões à parte, acho que seria prudente refletirmos sobre quais as melhores propostas (não propagandas), além, é claro, dos valores do cotidiano daqueles que estarão nos representando. E não se esqueça de que ações de infraestrutura, sejam estradas, hidrelétricas ou planos econômicos, demandam muitos anos, não podendo, portanto, serem ação de apenas um governo.
A cada um a sua decisão, mas lembrando-se que, no conjunto, a decisão nos afetará a todos. O ponto de interrogação do título não é atoa. Será que as eleições são somente para 2010, ou serão responsáveis pelos caminhos futuros, pelo menos até daqui alguns anos? Pense bem, escolha bem, e lembre-se, mesmo que você escolha se colocar à parte, e não fazer nada, essa é uma escolha com a qual terá que conviver nos próximos anos.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Erros repetidos
Olho à minha volta e vejo erros que se repetem. Não me excluo deles. Mas é preciso melhorar, não é isso o que dizem? Então porque algumas pessoas, não todas, insistem em pisar no prego mais de uma vez? Orgulho, falta de visão, teimosia, orgulho de novo, e tantas outras coisas.
Tem coisas à minha volta que vejo erradas, ou talvez fora do que seria o certo. Não é a mesma coisa. Afinal de contas, para acertar, ou durante a tentativa de acerto, é normal irmos para o caminho errado, quando não sabemos ao certo como chegar onde queremos ir; em tantos casos não sabemos nem ao certo para onde vamos, e aí tanto faz o resultado.
Isso é parte de uma ignorância que tem que passar. Estudamos, trabalhamos, e crescemos. Se isso for feito direito, vem a maturidade, e aí espera-se que tudo corra bem. Queria poder dizer que isso sempre acontece da melhor forma, mas não é verdade.
Com a maturidade vem o crescimento e a colheita dos frutos melhores, certo? Nem sempre! Sei que estou sendo negativista, pessimista, mas com certeza as coisas tendem a melhorar, sabe-se lá quando. Projetos novos aparecem, e os projetos antigos acabam servindo de escola. Isso nos lapida, principalmente no profissional, onde as consequências são mais rápidas.
Espero que esses frutos doces venham logo! Os projetos novos estão caminhando em nossa direção, e isso demandará da nossa experiência. Cresçamos juntos, pois assim os resultados serão melhores. E quem sabe nossos erros serão novos, para nos trazer novos conhecimentos, e não lembrando de erros passados.
Tem coisas à minha volta que vejo erradas, ou talvez fora do que seria o certo. Não é a mesma coisa. Afinal de contas, para acertar, ou durante a tentativa de acerto, é normal irmos para o caminho errado, quando não sabemos ao certo como chegar onde queremos ir; em tantos casos não sabemos nem ao certo para onde vamos, e aí tanto faz o resultado.
Isso é parte de uma ignorância que tem que passar. Estudamos, trabalhamos, e crescemos. Se isso for feito direito, vem a maturidade, e aí espera-se que tudo corra bem. Queria poder dizer que isso sempre acontece da melhor forma, mas não é verdade.
Com a maturidade vem o crescimento e a colheita dos frutos melhores, certo? Nem sempre! Sei que estou sendo negativista, pessimista, mas com certeza as coisas tendem a melhorar, sabe-se lá quando. Projetos novos aparecem, e os projetos antigos acabam servindo de escola. Isso nos lapida, principalmente no profissional, onde as consequências são mais rápidas.
Espero que esses frutos doces venham logo! Os projetos novos estão caminhando em nossa direção, e isso demandará da nossa experiência. Cresçamos juntos, pois assim os resultados serão melhores. E quem sabe nossos erros serão novos, para nos trazer novos conhecimentos, e não lembrando de erros passados.
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