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Erros repetidos

Olho à minha volta e vejo erros que se repetem. Não me excluo deles. Mas é preciso melhorar, não é isso o que dizem? Então porque algumas pessoas, não todas, insistem em pisar no prego mais de uma vez? Orgulho, falta de visão, teimosia, orgulho de novo, e tantas outras coisas. Tem coisas à minha volta que vejo erradas, ou talvez fora do que seria o certo. Não é a mesma coisa. Afinal de contas, para acertar, ou durante a tentativa de acerto, é normal irmos para o caminho errado, quando não sabemos ao certo como chegar onde queremos ir; em tantos casos não sabemos nem ao certo para onde vamos, e aí tanto faz o resultado. Isso é parte de uma ignorância que tem que passar. Estudamos, trabalhamos, e crescemos. Se isso for feito direito, vem a maturidade, e aí espera-se que tudo corra bem. Queria poder dizer que isso sempre acontece da melhor forma, mas não é verdade. Com a maturidade vem o crescimento e a colheita dos frutos melhores, certo? Nem sempre! Sei que estou sendo negativista, pess...

Caí da cama

Bom dia, dia de feriado. Caí da cama hoje. Na verdade acho que dormi muito mais do que venho dormindo ultimamente, porque ontem "dormi com as galinhas", como se dizia antigamente. Ontem recebi um email, cujo assunto não era novo, mas que gera reflexões. Trata-se de uma "piadinha" sobre os engenheiros, que, por terem usado o conhecimento de forma indevida, acabam sendo punidos por Deus, com falta de tempo, excesso de trabalho e um ciclo restrito de conhecimentos e companhias. Parece meio nebuloso, resumindo assim tão rapidamente, mas, sendo mais claro, essa história pode ser analisada pelo ponto de vista das prioridades. Já reparou quantas vezes pagamos as contas alheias, antes das nossas? Existem dois livros, "Pai rico, Pai pobre" e "Independência Financeira", cujo autor me foge à memória, cujos ensinamentos sobre finanças passam a seguinte mensagem: pague-se primeiro, antes de dar dinheiro aos outros; ou seja, coloque-se em primeiro lugar. Esse ...

Força interior

Tenho ocupado parte do meu tempo com reflexões sobre como as coisas são e como poderiam ter sido, para entender porque cheguei onde cheguei. São pensamentos que vem e vão, com entendimento ainda incompleto sobre diversas coisas, e dúvidas diversas sobre os caminhos certos a serem seguidos. Às vezes me pergunto para onde ir, como, quando, e outras dúvidas que vão por esses caminhos. Acho interessante como as respostas nos aparecem, sob roupagens distintas, quando nos abrimos para ouví-las. Mais surpreendente ainda, é ter a consciência de que as respostas não são novas, nem um pouco, visto que já andam comigo há muito tempo, desde que tive compreensão dos erros que precisam ser corrigidos. Força interior. Parece coisa retirada do filme Guerra nas Estrelas, algo como "que a força esteja com você", mas é um caminho; se não o correto, parece-me plausível. Já ouvi, sob diversas vozes e diversas crenças, que somos mais fortes e mais sábios do que podemos imaginar. Corrijo-me: podemo...

Tire as suas dúvidas

Anda se perguntando se algo é certo ou errado? Tem dúvidas sobre qual religião ou crença seguir, porque acha que todas tem falhas? Vou ser sincero: seja bem vindo ao grupo! Tenho vivenciado uma imensa dificuldade em me enquadrar nos pensamentos padrões, nas verdades absolutas, mutáveis de crença para crença. Como pode uma verdade ser absoluta e, sob diversos ângulos, ser cheia de detalhes a serem ajustados? Recordo-me de um filme, cujo nome me falha à memória, que em determinada cena o tutor de um adolescente lhe leva a uma cachoeira, e lhe diz que todas as perguntas que ele um dia viesse a ter poderiam ser sanadas ali, na natureza. Nada me parece mais justo e mais adequado. Se por um momento, tomados pela conceituação padrão que nos é imposta desde criança, acharem que sou louco, observem-na. Tudo caminha certo, do jeito mais simples possível. Os predadores não matam por sede de vingança, loucura ou prazer, mas por necessidade de sobrevivência. As presas, que em diversas situações são...

Meu presente

Mais um ano vai, mais um ano vem, é só nois na fita e mais ninguém! Sobrevivi a mais um ano, com cabelos, sem muita barriga e as contas vão bem, obrigado. Ganhei uma carteira (continua vazia), algumas camisetas, um sapato e vários sorrisos amigos, que vem me acompanhando ao longo dos anos, graças a Deus. Um presente, todavia, me encantou em especial. Palavras escritas com atenção, com intenção e com intensidade. Olhos marejados ao proferir uma prece, em um momento não único, mas primeiro de integração. O meu presente, você presente. Em diversos momentos me perguntei se isso aconteceria, e se aconteceria com você. Nas dificuldades da nossa curta jornada, somente a nós cabe o conhecimento dos degraus já engatinhados. Nas complexidades do dia a dia, em tarefas simples, em que suspiros escondidos de insatisfação substituiem reclamações abertas, cabe somente a nós a tristeza e a alegria de sermos quem somos. Mas foi lindo, tudo lindo. Um bolo de bombons, um vinho sem muito doce, um ser mara...

Saudades da infância

Poxa! Estou aqui pensando na vida e me bateu uma saudade da minha infância! Acho que todo mundo já pronunciou essa frase: "eu era feliz e não sabia". Pense bem, e volte um pouco no tempo, pois cada um, a seu modo, poderá se lembrar de algo, e, quem sabe, acrescentar algo ao texto. A infância é uma época danada de boa, quando não precisamos nos preocupar com contas, compromissos, trabalho e tudo o mais que vem de brinde com a tão esperada maturidade. Chuva? Não era na época motivo para se esconder dentro do carro ou embaixo de um guarda chuva! Ao contrário, eu sairia correndo, brincando de coisas simples, como corrida de caixinhas de fósforo nas enxurradas. Sujeira? Ah! Fale sério! Qual seria a graça em sair por ai bagunçando, sem se sujar um pouco? Hoje seríamos julgados pela aparência. E as brincadeiras que deixamos para trás, como pique esconde, pular corda, amarelinha, andar de bicicleta e por aí vai. Acho que hoje muitas crianças devem substituir isso por um computador, n...

Evoluções

Ontem eu lia um artigo sobre os novos padrões de rede sem fio, e fiquei pensando sobre como as coisas evoluem mais rápido do que imaginamos. Há uns 13 ou 14 anos, quando comecei a ter contato com computadores ligados em rede, tudo era bem mais lento, por assim dizer. Disquetes, modems, e muita, muita paciência. Acho válido, notadamente pelo momento em que estamos, juntar isso ao resto. Em um sistema capitalista, dominado pelo capital eletrônico e transações imediatas, fica complicado imaginar as coisas "desplugadas", assim como as pessoas. Já não se imagina mais um profissional, ou mesmo um ser humano, sem um celular, um acesso à Internet ou algo que o conecte ao resto do mundo. Twitter, Linkedin, Orkut, Facebook, e uma série de outras mídias de relacionamento já não são apenas uma opção. Dependendo da sua atividade, ficar fora de uma delas implica em ficar fora do mercado. E pensar que no começo as BBSs eram o topo da comunicação! Nesse cenário, parece-me ainda que algo não ...