Reflexão sobre as doenças

 Já passou da meia noite! Comecei no YouTube, vídeos técnicos, programas de talentos (gosto sobretudo da parte musical), depois pesquisa no Google sobre formas de ganhar dinheiro (hoje já tenho umas rendas extras e porque não aprender mais?) e acabei de volta aqui, revirando os textos passados.


Caramba! Meu primeiro texto foi em 2007! Muita coisa aconteceu de lá para cá e, relembrando um dos comentários: sim, eu tenho um blog. Por vezes esquecido, bloco de notas de temporada, com escritas sazonais, quando o coração busca compartilhar algum pensamento, e aqui estou hoje, mais uma vez.


Já se perguntou o motivo das doenças? (pesquisei no arquivo do blog e acho que nunca falei sobre doenças). Estamos em uma fase esquisita da vida do ser humano, que muito provavelmente, pelo menos a maioria de nós, só tivesse alguma proximidade de imaginação pelos livros, sejam de contos ou de História. Uma época em que negamos abraços até para os mais próximos, até para os mais amados, como sinal de amor.


Desde que começamos essa jornada, que na minha leitura ainda tarda a se concluir, tenho dito aos mais próximos que nunca acreditei ser por acaso. Cada um analisa da forma como bem entenda, porém, para a minha mente reflexiva, só faz sentido separar todo mundo, colocar todos no cantinho do castigo, para pensar, para refletir, se for para mudar algo. E aqui acresço algo do meu coração esperançoso e positivista: mudar algo para melhor!


Não sei você, que caiu nesse texto ou que já é inscrito no blog (são poucos inscritos, seja bem vindo se quiser se juntar a nós), tem refletido sobre essa oportunidade. Na minha visão, vínhamos de mal a pior, entre o desrespeito e a busca pelo total desnecessário, passando pela vida como quem passa por um jardim, sem querer ou fazer questao de notar as flores mais belas e perfumadas, assim como o lixo em cima da grama.


Vínhamos em um movimento de tanto faz, de passar o dedo para o lado no Instagram e demais mídias e rir, não por alegria, mas apenas por rir, talvez até por desespero, buscando algo para fazer o dia passar, na busca frenética pelo final de semana.


Então veio o cantinho do castigo. Muitos que sobreviviam de momentos externos, fugindo de si mesmo nas rotinas do dia a dia, tiveram que encarar o espelho; não aquele que mostra nossa imagem exterior, mas o de dentro, que mostra quem somos. Ficou claro que o dinheiro não compra tudo, que um abraço faz falta, que um almoço de domingo significa muito mais do que um simples encontro.


Muitos se foram e muitos ainda irão, mas essa é a dinâmica natural da vida. A pergunta que lhe faço, caso ainda não se tenha feito é: você notou isso? Já parou para analisar o que realmente importa? Percebeu que nessa resposta, provavelmente, não se inclui dinheiro, um trabalho específico, ou um artigo tecnológico qualquer, seja ele qual for? Percebeu que, inclusive, o dinheiro continua pagando as contas, mas, apesar inclusive de entender hoje sua importância e necessidade, ele não garante nossa sanidade, embora possa pagar seu terapeuta?


Fomos pegos de calça curta, em uma situação em que ter dinheiro não lhe garante nada, nem a vida (nunca garantiu). Mas, generalizando e voltando ao título, reflita sobre as doenças. Porque elas existem? Do que se alimentam? Onde moram? 


Na minha modesta opinião, elas existem para nos fazer melhores, para lapidar nossas falhas. Quebrar nosso orgulho de onipresença e onipotência, mostrando-nos o quanto somos frágeis. Elas se alimentam da nossa falta de zelo e moram no nosso cérebro e no nosso coração.


Nessa época, que é sempre, pois as doenças sempre existiram, convido-te a refletir que não importa o estado do corpo, desde que a alma sorria. Alegre-se por estar vivo, porque a única coisa certa é que nos vamos, todos na sua hora certa; nem antes e nem depois. Aproveite a sua, a minha, a nossa ou a doença de quem quer que seja, para refletir sobre o que realmente importa, e passe a aproveitar melhor a jornada. Ame e cuide daquela pessoa que realmente importa, porque é dela que emana toda a alegria da sua vida: você!


Bom, eu penso assim. Reflexivo como sempre, e também otimista! E você? O que acha disso tudo?

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