terça-feira, 18 de novembro de 2008

The love inside the words

It is not so easy to write about something that is made to feel, but we can try. I do not have the right formula to express or to nominate love, but I do realize that it is not a matter of what is said, but how it is said. Like some people say, we can ruin someone´s life with just a "good morning".

So let´s think about how we are saying things. I have to talk to a lot of people everyday, and it does not matter where, if it is in my work, in my home or elsewhere. And I have to confess myself that I and not always a too much kindly person. Sometimes whe forget that could be us out there.

The words have somethings inside, and we need to be prepared to make these things to be love. It is not that easy, but never impossible. So let´s try, going for some better, that have to start we our day by day. Like John Lennon said "You may say, I´m a dreammer, but I´m not the only one".

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Sons

Ouça-se, o que vem de dentro. Sinta-se arrepiar por algo que você não entende, que move suas emoções muito além do que você consegue controlar. Escute o som das coisas à sua volta, de todas elas, a musicalidade da alma que não se ensina nas escolas. Métodos, leis, teorias que nunca conseguirão ensinar o dom dos prodígios, dos verdadeiros musicistas.

Às vezes é como se o mundo fosse uma orquestra, de platéia imensa, cheia de surdos, vislumbrados pela maravilha que não entendem, pela beleza que demorarão a entender. Somos o que somos, por mais belo e incompreensível que sejamos, o que nos dá medo pelo desconhecido de nós mesmos.

Musicalidade; sons que vem do íntimo, alcançando notas tão profundas que deixam marcas, que não se apagam, que nos fazem como somos, belos, inteiros, perfeitos e imperfeitos, cheios de detalhes e únicos, a cada dia mais, mais intrigantes aos outros e a nós mesmos.

Os sons que nos perseguem, e nos fazemos surdos. Deixamos passar o som das crianças, das criaturas, animais, vegetais, o som do vento que nos leva a cenários já vistos e nos cria paisagens desejadas. O som do amor; sentimento incompreendido em sua totalidade, tal qual a vista parca de um iceberg, que esconde sua essência à procura dos verdadeiros interessados.

Somos sons, somos nós, música que nos encanta a alma e que nos alimenta o crescimento, o desenvolvimento. E não, não é preciso entender, conhecer, saber, basta fechar os olhos e sentir, deixar que os sons diversos que nos fazem como somos, nos ensinem a sermos, seres, seres humanos como jamais fomos, permitindo nossa essência, nosso eu, nossa verdadeira natureza gerar músicas, melodias, orquestras que ficarão pelos séculos, assim como a música da natureza, que se perpetua.